Pot-Pourri, Telefone Mudo, Boate Azul

Michel Telo · Na Balada [2011]

Eu quero que risque meu nome da sua agenda

Esqueça meu telefone, não me ligue mais

Porque já estou cansado de ser o remédio

Pra curar seu tédio

Quando seus amores não lhe satisfazem



Cansei de ser o seu palhaço

Fazer o que sempre quis

Cansei de curar sua fossa

Quando você não se sentia feliz



Por isso é que decidi

O meu telefone cortar

Você vai discar várias vezes

Telefone mudo não pode chamar.



Doente de amor

Procurei remédio na vida noturna.

Como a flor da noite

Em uma boate aqui na zona sul.

A dor do amor é com outro amor

Que a gente cura.

Vim curar a dor deste mal de amor

Na boate azul.



E quando a noite vai se agonizando

No clarão da aurora.

Os integrantes da vida noturna

Se foram dormir.

E a dama da noite

Que estava comigo

Também foi embora.

Fecharam-se as portas

Sozinho de novo

Tive que sair.



Sair de que jeito,

Se nem sei o rumo para onde vou.

Muito vagamente me lembro que estou,

Em uma boate aqui na zona sul

Eu bebi demais

E não consigo me lembrar sequer.

Qual é o nome daquela mulher,

A flor da noite da boate azul