Pot-Pourri, Telefone Mudo, Boate Azul
Michel Telo · Na Balada
Eu quero que risque meu nome da sua agenda
EsqueÄ‚§a meu telefone, nÄ‚Åo me ligue mais
Porque jĂĄ estou cansado de ser o remÄ‚Šdio
Pra curar seu tÄ‚Šdio
Quando seus amores nÄ‚Åo lhe satisfazem
Cansei de ser o seu palhaÄ‚§o
Fazer o que sempre quis
Cansei de curar sua fossa
Quando vocĂŞ nÄ‚Åo se sentia feliz
Por isso ĂРque decidi
O meu telefone cortar
VocĂŞ vai discar vĂĄrias vezes
Telefone mudo nÄ‚Åo pode chamar.
Doente de amor
Procurei remÄ‚Šdio na vida noturna.
Como a flor da noite
Em uma boate aqui na zona sul.
A dor do amor ĂРcom outro amor
Que a gente cura.
Vim curar a dor deste mal de amor
Na boate azul.
E quando a noite vai se agonizando
No clarÄ‚Åo da aurora.
Os integrantes da vida noturna
Se foram dormir.
E a dama da noite
Que estava comigo
TambÄ‚Šm foi embora.
Fecharam-se as portas
Sozinho de novo
Tive que sair.
Sair de que jeito,
Se nem sei o rumo para onde vou.
Muito vagamente me lembro que estou,
Em uma boate aqui na zona sul
Eu bebi demais
E nÄ‚Åo consigo me lembrar sequer.
Qual ĂРo nome daquela mulher,
A flor da noite da boate azul
EsqueÄ‚§a meu telefone, nÄ‚Åo me ligue mais
Porque jĂĄ estou cansado de ser o remÄ‚Šdio
Pra curar seu tÄ‚Šdio
Quando seus amores nÄ‚Åo lhe satisfazem
Cansei de ser o seu palhaÄ‚§o
Fazer o que sempre quis
Cansei de curar sua fossa
Quando vocĂŞ nÄ‚Åo se sentia feliz
Por isso ĂРque decidi
O meu telefone cortar
VocĂŞ vai discar vĂĄrias vezes
Telefone mudo nÄ‚Åo pode chamar.
Doente de amor
Procurei remÄ‚Šdio na vida noturna.
Como a flor da noite
Em uma boate aqui na zona sul.
A dor do amor ĂРcom outro amor
Que a gente cura.
Vim curar a dor deste mal de amor
Na boate azul.
E quando a noite vai se agonizando
No clarÄ‚Åo da aurora.
Os integrantes da vida noturna
Se foram dormir.
E a dama da noite
Que estava comigo
TambÄ‚Šm foi embora.
Fecharam-se as portas
Sozinho de novo
Tive que sair.
Sair de que jeito,
Se nem sei o rumo para onde vou.
Muito vagamente me lembro que estou,
Em uma boate aqui na zona sul
Eu bebi demais
E nÄ‚Åo consigo me lembrar sequer.
Qual ĂРo nome daquela mulher,
A flor da noite da boate azul
