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Artist/Band:
Gal Costa
Lyrics for Song: Fé Cega, Faca Amolada
Lyrics for Album: Doces Bárbaros [1976]
(Milton Nascimento, Ronaldo Bastos)
Agora não pergunto mais aonde vai a estrada
Agora não espero mais aquela madrugada
Vai ser, vai ser, vai ter de ser, vai ser faca amolada
O brilho cego de paixão e fé, faca amolada
Deixar a sua luz brilhar e ser muito tranqüilo
Deixar o seu amor crescer e ser muito tranqüilo
Brilhar, brilhar, acontecer, brilhar, faca amolada
Irmão, irmã, irmã, irmão de fé, faca amolada
Plantar o trigo e refazer o pão de cada dia
Beber o vinho e renascer na luz de todo dia
A fé, a fé, paixão e fé, a fé, faca amolada
O chão, o chão, o sal da terra, o chão, faca amolada
Deixar a sua luz brilhar no pão de todo dia
Deixar o seu amor crescer na luz de cada dia
Vai ser, vai ser, vai ter de ser, vai ser muito tranqüilo
O brilho cego de paixão e fé, faca amolada
Agora não pergunto mais aonde vai a estrada
Agora não espero mais aquela madrugada
Vai ser, vai ser, vai ter de ser, vai ser faca amolada
O brilho cego de paixão e fé, faca amolada
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Fé Cega, Faca Amolada
Gal Costa's "Fé Cega, Faca Amolada" stands as a defining anthem of Brazilian bossa nova, recorded on the 1976 album Doces Bárbaros. The track exemplifies Costa's unique vocal style, blending the genre's characteristic lightness with a profound emotional depth that often drew comparisons to the work of Tom Jobim. Released during a period when bossa nova was transitioning from its mid-1960s peak, the song captures the era's sophisticated urban sensibility while maintaining a timeless quality. Its enduring popularity highlights Costa's ability to elevate standard compositions into memorable recordings that continue to resonate with audiences across generations. The piece remains a cornerstone of her discography, showcasing her mastery of phrasing and her role in preserving the integrity of the genre's musical language. |
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| Album Lyrics: Doces Bárbaros [1976] |
 Gal Costa
"Doces Bárbaros [1976]"
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