Luz Do Sol

Gal Costa · -fa-Tal- [1971]

(Waly Salomão, Carlos Pinto)



Desta vez você chegou, arrebatou

Alegria e calma do meu lar

Desta vez você chegou, arrebatou

Alegria e calma do meu lar

Quando estiver assim não me apareça

Saia, desapareça

Não me chegue assim, desapareça

Saia, desapareça

Quando estiver assim não me apareça

Saia, desapareça, hey

Saia, desapareça, hey

Saia, desapareça da minha vista

Apareça como a luz do sol

Batendo na porta do meu lar

Apareça como a luz do sol

Batendo na porta do meu lar

Quero ver de novo a luz do sol, eh eh eh

Quero ver de novo a luz do sol, eh eh eh

Quero ver de novo a luz do sol

Quero ver de novo a luz do sol

Que me brilha, acende, aquece e me queima

Batendo na porta do meu lar, ahn!

Eu sou o Sol

Ela é a Lua

Quando eu chego em casa

Ela já foi pra rua

Ah, eu sou o Sol

Ela é a Lua

Quando eu chego em casa

Ela já foi pra rua

Quero ver de novo a luz do sol

Quero ver de novo a luz do sol

Quero ver de novo a luz do sol

Quero ver de novo a luz do sol

Luz Do Sol

Gal Costa's "Luz Do Sol" stands as a luminous centerpiece of Brazilian bossa nova, capturing the essence of the genre's mid-1970s golden age. Recorded for the album *-fa-Tal- [1971]*, the track exemplifies Costa's signature vocal style, blending delicate phrasing with a sophisticated, rhythmic complexity that defined the era. As a pivotal work in her discography, the song reflects the cultural optimism and musical innovation characteristic of Brazilian popular music during this period. Its enduring appeal lies in its ability to evoke warmth and tranquility, making it a staple for those exploring the rich tapestry of Bossa Nova recordings from the early 1970s.